13 de julho de 2026
Quando a cidade vai ficando feia, suja e marcada bagunça e sujeira, quem perde é o povo. Perde o comerciante, perde a vizinhança e perde o entusiasmo de quem ama Itaúna.
Foi por isso que criei essa lei: para combater a pichação com firmeza, proteger o patrimônio da cidade e deixar claro que arte e vandalismo não são a mesma coisa. O projeto pune com mais rigor pichações de todo tipo, especialmente com apologia ao crime, incitação à violência ou conteúdo discriminatório, e preserva o grafite autorizado como expressão artística responsável.
Também determina que o infrator arque com a multa e com os custos de limpeza, da tinta e da restauração do bem danificado. E, se for menor de idade, o responsável legal deverá responder pelas obrigações decorrentes da penalidade, conforme sua capacidade.
Na prática, essa proposta ajuda Itaúna a ser uma cidade mais limpa, mais organizada e mais respeitada, porque as denúncias podem ser feitas com um simples vídeo e de forma anônima.
Esse projeto mostra como eu entendo a política: não basta reclamar da sujeira e da degradação. É preciso criar regras para cuidar melhor da cidade e valorizar o nosso.
Uma cidade melhor começa pelo respeito ao espaço público.